dominguinho

Ao domingo comia tremoços e pevides debaixo da parreira enquanto o rádio dava o relato e eu olhava para longe, para lá de um monte onde estava Lisboa. O cão sentava-se ao meu lado e no ar havia cheiro a bolos e café. O Benfica marcava. Era o normal. Eu fazia sandes, um tremoço aberto com uma pevide dentro, e no banco de pedra havia um caderno de linhas com letras desenhadas com força. Aquelas tardes nunca acabavam.

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