mata-borrões

Transmitir para a escrita a dor, a raiva, a saudade, o medo, a tristeza… e cada letra como um reservatório e a cabeça e o coração ficariam livres. Em êxtase ou em pranto, escrevo sabendo que a escrita não mata os meus borrões. Apenas os acolhe, cúmplice, e já é tanto.

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